Muito se tem falado sobre a Força do Pensamento. Anualmente são publicados centenas de livros que falam sobre o tema e muitos se tornam best sellers. Desde o famoso livro do pastor americano Norman Vincent Peale, O Poder do Pensamento Positivo até Rhonda Byrne(A Lei da Atração), muita coisa aconteceu.


Isso explica por que todos procuram dominar essa capacidade de entender os mecanismos cerebrais. Principalmente os governos e aqueles que têm como objetivo o poder pelo poder.
Como funcionaria isso tudo? Assim: filtramos os pensamentos através das experiências (prazerosas ou dolorosas)diante das situações do dia-a-dia e pelo legado deixado pela educação.
Aparentemente é isso, pois não há evidências concretas de que a genética tenha influência significativa na maneira como pensamos. Pode até ser que a estrutura física do cérebro seja influenciada por ela, mas são as experiências e a educação, as verdadeiras responsáves por isso (e entenda-se educação como sendo a somatória da educação formal mais o ambiente cultural representado pelo país onde moramos e os grupos dos quais fazemos parte).
Aparentemente é isso, pois não há evidências concretas de que a genética tenha influência significativa na maneira como pensamos. Pode até ser que a estrutura física do cérebro seja influenciada por ela, mas são as experiências e a educação, as verdadeiras responsáves por isso (e entenda-se educação como sendo a somatória da educação formal mais o ambiente cultural representado pelo país onde moramos e os grupos dos quais fazemos parte).

A tecnologia tem testado e mostrado a força do pensamento como energia, já mediu essa força, analisou seu espectro e conseguiu amplificar seus efeitos ao ponto de já termos, em testes avançados, máquinas comandadas pelo pensamento humano.
Muito bem! Façamos uma reflexão. A tecnologia é fundamentada em teorias testadas que geram conhecimentos, dados. O conhecimento acumulado é aproveitado para gerar mais dados, exatos, que vão ajudar a criar novos inventos.E assim a tecnologia avança.
Mas nós, pobres mortais, temos as nossas falhas, os nossos defeitos, se é que podemos chamar assim, de fabricação e de armazenamento de informações. E além de tudo somos influenciados pelo feedback das nossas experiências estando sujeitos, a todo momento, a esquecer e a lembrar de coisas que fogem daquilo que poderíamos chamar de um screipt a seguir.
Definitivamente não somos máquinas! A receita do nosso bolo, diariamente se modifica, às vezes com mais ingredientes, outra vez menos. Nao existe a exatidão por parte do que chamamos de humanidade. Estamos sempre fugindo do nosso foco, sabotando nossos resultados. E acima de tudo, temos um certo grau desmesurado de auto-piedade e uma autoestima que está sempre em dívida com nossas reais possibilidades.
E como dissemos, a nossa estrutura mental é maleáve, está sempre mudando, se moldando a cada instante, somos diferentes uns dos outros e vemos e vemos e sentidos o mundo diferente a cada momento. Pelo menos deveria ser assim...
E este é o grande milagre da existência que permite o avanço da humanidade! Somos diferentes da máquina pelas nossas idiossincrasias, pelas nossas falhas, pela nossa criatividade. Quando tal não acontece, por outro lado, surgem as patologias. Mas aí já estamos entrando em outro campo...
Mas nós, pobres mortais, temos as nossas falhas, os nossos defeitos, se é que podemos chamar assim, de fabricação e de armazenamento de informações. E além de tudo somos influenciados pelo feedback das nossas experiências estando sujeitos, a todo momento, a esquecer e a lembrar de coisas que fogem daquilo que poderíamos chamar de um screipt a seguir.
Definitivamente não somos máquinas! A receita do nosso bolo, diariamente se modifica, às vezes com mais ingredientes, outra vez menos. Nao existe a exatidão por parte do que chamamos de humanidade. Estamos sempre fugindo do nosso foco, sabotando nossos resultados. E acima de tudo, temos um certo grau desmesurado de auto-piedade e uma autoestima que está sempre em dívida com nossas reais possibilidades.
E como dissemos, a nossa estrutura mental é maleáve, está sempre mudando, se moldando a cada instante, somos diferentes uns dos outros e vemos e vemos e sentidos o mundo diferente a cada momento. Pelo menos deveria ser assim...

Em resumo, ninguém em sã consciência do bem deseja que eu e você sejamos cabeças-duras e passemos a seguir moldes preestabelecidos. Não é saudável. E isso só interessa àqueles que querem dominar este ou aquele setor.
Mas, precisamos dotar nossa estrutura cerebral de mecanismos mais eficientes para filtrar, a nosso favor, os pensamentos com que lidamos diariamente.
É daí é que vamos tirar a nossa força! Não é neste tão propalado pensamento positivo dos livros de autoajuda que vamos achar a resposta. Ela está na nossa capacidade de disciplinar o cérebro a ter mais foco e escolher o que nos interessa mais diretamente.

O modus operandi ou a maneira de realizar essa tarefa não é tão complicado quanto parece. E ainda estaremos falando disso...
Por ora, eu espero que você e eu possamos refletir sobre as palavras citadas, lá em cima, de Norman Vincent Peale: Mude seus pensamentos e poderá mudará o mundo...
Eu estou torcendo por você!
Profex-Expedito G. Dias
Profex-Expedito G. Dias
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(Obs: Tentativa de colocar em texto as mensagens feitas de improviso no final do meu pfograma de rádio, o ESPAÇO C3, na 87,9 FM-Rádio Princesa do Sul-Varginha-MG)