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Poesias, Varginha-Terra do ET, BRICS, Dicas, Frases e Reflexões...

domingo, 29 de maio de 2011

Meus Poemas - Verso Presente


Então relaxe e me acompanhe,
solta a imaginação e lê com calma:
A champanhe fica guardada
esperando o dia da tua volta.
Do fundo de minh'alma te saúdo,
preparo um clima de magia
e anuncio teu aniversário!

Vejo com alegria que não há limites
pra tudo o que sinto e declaro:
dou-te meus parabéns por tudo
por ter nascido, por ser mulher,
pelo mel que coloca nas palavras,
pelo veludo das mãos carinhosas.
pelo bem que me provocas, enfim...

Primeiro, este verso é um presente, 
que a ti se oferece por inteiro 
que o eco dele chegue ao futuro
e vire semente de outras benesses!
Retoco o guache na pintura da tela
e com pretenciosas pinceladas
acrescento uma estrela neste céu.

Mas vejo que não estou sozinho.
A natureza responde em seguida:
o universo se refaz, mais bonito
em audácia e magia extrema.
Abre-se um arco-iris completo
carregado com os tons mais puros
e a galáxia explode em beleza!

Por certo, é em tua homenagem
este estratagema criado:
teu carinho chegou ao infinito!
O tempo estanca e num segundo,
a coragem supera todo medo
uma aragem sopra em teu ouvido,
tim tim por tim tim, Oh Branca!


...E que todos acabem sabendo
o que já não é mais segredo:
és muito importante para mim!


Autor: Expedito Gonçalves Dias 
Escrito em Varginha-MG, 29-05-11, às 15h
Imagem: cronicasserra.com -//- e -//- canstockphoto.com.br

Dedicado à Malu, do Infinito Particular pela data tão especial!
Beijos, Branca!




EM TEMPO:
Curiosidade de Hoje




Para os aficionados de Feng Shui e Numerologia, deixo uma matéria de Cris Ventura do Blog-revista Personare. Harmonize o seu ambiente fazendo a numerologia usando o endereço onde você mora e interpretando os as aspectos e simbologias resultantes segundo o feng Shui. Maiores informações com a própria autora(crisfengshui@gmail.com).

Abraços a todos!

sábado, 28 de maio de 2011

Meus Poemas - Verso Profano

Rezo um terço.
Recito com fé
um verso roubado
de um outro universo 
além de mim.
Verso incomum
que me envolve,
quebra o gelo
e nada promete.
Verso que solta,
tira meu gesso;
que me revira
e me deixa assim
muito mais humano,
tranquilo e zen.
Saio do jejum!
Tudo se resolve!
Este verso incomum
me remete de volta,
devolve-me o avesso,
apaga o meu passado
e converte-me ao Bem.
Não é um verso qualquer:
tem um ritmo sincopado,
é um verso profano.
Roubei-o, confesso, 
da mulher que eu amo...

Autor: Expedito Gonçalves Dias (Profex)
Escrito em Varginha-MG, 29-05-2011 às 17:00 h
Imagem: spaceofjuliet.blogspot.com




Em tempo:


A título de curiosidade, deixo um site para quem gosta de experimentações tecnológicas. Fiz este infográfico abaixo a partir dele. É só entrar e brincar:
http://www.ionz.com.br/




Divirtam-se!
Grande abraço!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Meus Poemas - Versos Mancos



Enquanto empinava pipas,
desenhava metas no céu.
Era menino, de nada sabia.
Cresci, andei por aí ao léu.
Fiz fita, aposentei o cerol.
Vieram os contratempos,
fui levado na enxurrada.
Encarei o sol e os ventos,
todavia, não morri.
Mas no peito algo doía...
Para aplacar os invernos
toquei gaita, enganei a vida.
Desci então aos infernos
e depois ressuscitei.
Comi a fome sem tempero
e, sem exagero, sobrevivi.
Antes eu empinava pipas,
traçava metas com esmero
nos meus anos de menino.
Mas hoje, como homem,
aos trancos e barrancos,
para fugir do desespero,
ampliei a minha meta,
ensaiei uns versos mancos.

E, por imposição do destino,
atendi o coração: virei poeta!

Autor: Expedito Gonçalves Dias  (Profex)
Escrito em 24-05-2011, em Varginha-MG às 17 h

domingo, 22 de maio de 2011

Um sábado diferente!

A Vez das Berinjelas

A postagem de hoje foge um pouco à rotina de postagem deste blog.

Ontem, foi sábado. Participamos eu e a Malu, minha companheira de todas as horas, de um Curso da Unidade do SENAC de Varginha.
O Curso faz parte de um projeto levado a efeito neste Mês de Maio, numa parceria do Senac e do PAA(Programa de Aquisição de Alimento) e da Fundação Cultural de Varginha. Valor simbólico do curso: 1 kg de alimento não-perecível!


Sol de Maio, manhã fria, mas muito convidativa. Às 9 da manhã, toda a turma que se inscrevera estava a postos. A idade dos alunos variava entre os 25 a 60 anos, por aí. E lá estávamos nós para curtir as Preparações à Base de Berinjela.

Mal sabíamos o que nos esperava!


Falo aqui dos Promotores do Curso:
O Paulinho era o responsável pelo acompanhamento da Prefeitura e pela provisão dos insumos(água, alimentos, etc), aquela contrapartida da municipalidade para o funcionamento do evento, que incluia ainda o trazer a carreta e remove-la,  após a temporada dos cursos programados, levando-a de volta ao Senac.
O instrutor, nosso 'mestre Cuca', foi o Ricardo, do Senac, auxiliados pelos alunos o outro Ricardo e a  Elediane.

Não demorou muito, já um aroma delicioso espalhava-se pelo interior da carreta. Confortavelmente instalados, cerca de 15 alunos inscritos, pudemos ver o andamento e confecção daqueles quitutes à base de berinjela.
Boa pro colesterol e de preço acessível, poderia ser mais bem utilizada na cozinha, no dia-a-dia dos nossos lares. E ali estava a oportunidade para ver como seria o resultado.
Três pratos sendo feitos ao mesmo tempo e mais um pão sírio!
Berinjela Síria, um antepasto de dar água na boca (base: beringela em cubos, com pimentão vermelho e amarelo e uva passas);
Babaganuche (base: beringela, alho, limão e tahine);
e Nhoque de berinjela  (base: beringela, batata, farinha), o prato principal.
A programação do curso, de 9 às 12 h  foi respeitada. 
Ao meio dia já estávamos provando das iguarias preparadas por Ricardo e seus auxiliares.

Para nossa grata surpresa, tudo correu de forma perfeita: curso apresentado de forma didática, descontraída, num clima de amizade que o Ricardo soube desenvolver.
E no final a degustação: Preparação da mesa, tempero delicioso e aquele sabor de quero mais!
Passei a ver as berinjelas com outros olhos depois desse sábado! E com 'outra boca' também!
E, saimos dali, já saudosos, dispostos a participar de mais alguns cursos...

Pois fica aqui os nossos parabéns pela parceria da Prefeitura de Varginha com o Senac. São vários os cursos  que ainda estão sendo desenvolvidos. E segundo o Paulinho do PAA, a Prefeitura pretende implantar sua cozinha industrial no Bairro Catanduvas, para incrementar ainda mais esssas parcerias na área de alimentação. 
Pode ter certeza, camarada: estamos torcendo por isso!...



E o nosso recado àqueles que só sabem reclamar, que 'não têm o que fazer', 'que a cidade não oferece nada', a ladainha de sempre...
Ora, troquem o chip, aproveitem, saiam também da rotina e vejam que as opções existem. Façam algo diferente! O que se podia esperar de um curso de berinjela numa bela manhã de sábado?
Tudo de bom!!!

Fica aqui um abraço a todos os novos amigos que participaram desta manhã. Em breve estaremos juntos num próximo curso.
Foi realmente muito bom!
A Malu está aqui e não me deixa mentir!
Bom domingo a todos!!
(PS: quanto às receitas, podemos ver depois. Enviamos por e-mail. Podemos sim!)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Meus Poemas - Sem Repente

Uai, mais uns versos sem remendos de um mineirim!...


SEM REPENTE

Costuro 'fazendo arte'
essas tais correspondências:
Do objeto, a serventia;
do sujeito, vem a função;
o todo tomado em partes,
dividido com ciência,
mas sem muita garantia. 

Na reunião dos pedaços,
pra compor o dia a dia,
o verso, a rima e a canção, 
é preciso mais que um laço.
Há um traço além da linha,
um trem apitou na curva
e vai passar nesta ponte...

Satisfação de mineiro
ninguém mesmo adivinha;
e beber dessa água tão turva
ninguém precisa temer.
Que dela não se amedronte,
pois ela é como o dinheiro,
um pouco é preciso ter.

Falando estou da cautela.
Preste, pois, muita atenção
que o jogo começa agora.
Nesta colcha de retalhos
o coração eu emprego:
a costura é feita à mão,
remendada à luz de vela.

Mão, a melhor ferramenta:
não tem dia e nem tem hora;
pra quem enxerga ou é cego,
serve pra qualquer trabalho,
condiciona e complementa.
Pois neste repente o mineiro
também sabe manobrar.

Tira a rima da cabeça,
o debaixo com o de cima,
por inteiro ele combina,
como se fosse apanhar
-pra sede, água pura da mina
e, para enfeitar o prato,
os ovos do galinheiro.

Pra que serve a borracha,
a brisa e a boa pinga?
Vejamos este relato,
acompanhe o raciocínio:
Não me arrependo dos erros
se a brisa pra mim é vento,
se quem bebe é de garrafa.

Na encruzilhada, a mandinga.
Passo por cima, disfarço,
feijão com arroz 'tá escasso
e o chefe gritando aos berros.
Não sei se ainda aguento viver,
não sei onde me encaixo,
perdido sem o meu espaço...

Repente de mineiro é assim,
cheio de idas e vindas.
No meio tem altos e baixos,
tem frase tão desconexa,
que o crítico acha ruim;
quem não entende acha linda!-
e um outro poeta esconjura.

Se as opiniões eu racho
e não posso fugir da pecha,
apago então essa vela
na mais pura alegria! 
Deixo a cautela de lado,
não ligo, já nada me avexa:
pois esse mal há de ter cura!..

Autor: Expedito Gonçalves Dias (Profex)
Escrito em 12-04-1992 em Lambari-MG, as 23 h
(fonte da imagem: www.mineirosemqueijo.com)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Mande a Sua - Despedida do TREMA

A presente matéria foi enviada a este blog pelo amigo Edison Alves Ribeiro, do Photolab. (photolab@ig.com.br). É um desses e-mails que circulam pela net, falando sobre as mudanças ortográficas. Obrigado, compaheiro. Participe sempre!


Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüentas anos.
Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disse que seu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.
Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, "Kkk" pra cá, "www" pra lá.
Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
Nós nos veremos nos livros antigos. Saio da língua para entrar na história.

Adeus,
Trema.


Imagens do google: leonardooaprendiz.blogspot.com

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Meus Poemas - Viro um Pó











Caminhos, 
descaminhos, 
desassossego.
Só vejo percalços, 
desenganos...
Caminho lento, 
cabisbaixo.
Caminho descalço, 
correndo o risco.
Caminho sozinho 
e nada carrego.

Passa o tempo,
fico arisco, 
pesam os anos e, 
com as dores do mundo, 
quase morro em desvarios...
Mas desse abatimento, 
me reanimo.
Sinto urgência, 
apresso o passo,
e nesse compasso, 
procuro desvios... 
Caminhos, 
descaminhos, 
demência,  
Só via percalços, 
desatino.
Meu prazo vencera 
e eu perdi o bonde. 
Mas, saio afinal
desse abatimento,
de alguma maneira
saio do balaio 
e caio no mundo de vez.

Se agora corro, 
não sei para onde 
não existe solução, 
nem destino.
Revejo a lição.
Vou descobrindo 
o que a vida me fez:
caminhos, 
descaminhos, 
solidão.  
Antes eu só via 
agonia e percalços,
E agora tempo urge,
a consciência arde.
Ja tenho argumentos
pruma decisão! 
E ela surge no raiar do dia: 
"Afugento o medo 
e num resfolego 
viro um pó no caminho!"

Feito um menino, 
escorrego,
o coração acelero.
e tropelo o vento! 

Mas tudo em vão,
já é tarde,
piso em falso...
e não chego!

Autor: Expedito Gonçalves Dias (Profex)
Escrito em Campo Belo-MG, 12-06-92,  às 22h


Em tempo:


Depois de 16 meses fazendo este blog, fiz amizades, máscaras caíram e aprendi muitas lições. E a principal delas é compartilhar as alegrias com os amigos.
Ontem recebi um aviso do Google Adsense Support informando-me que estava sendo enviado para minha residência o meu primeiro PIN. 
Eu nunca o havia reclamado. E entrava de vez em quando no painel do Adsense e fazia um relatório de três em três meses, para acompanhar. Imprimia e deixava lá, mas sem grandes expectativas. 
Na verdade a minha preocupação com este blog sempre fora a de manter a interação com a blogosfera, participar do mundo virtual e fornecer um bom conteúdo para nossos leitores.
Justamente por isso, é uma vitória! Uma alegria que divido com meus amigos blogueiros que também fazem o seu serviço de formiguinha, enquanto realizam essa tarefa nobre que é blogar.


Um grande Abraço a todos!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Meus Poemas - O Ser e a Nutriz (Dia das Mães)


Ele viria, estava sendo aguardado,
tudo preparado segundo a profecia...
Tudo era aconchegante e ameno,
por um tempo habitara o paraíso.

Foi expulso à força, sem aviso...
Luz intensa e passagem estreita.
Milagre!... escapou por um triz!
Vontade imensa de sobreviver...

Fora da concha, meio perdido,
sem saber que era aguardado,
o Ser chorou de forma intensa
procurando entender a mudança.

Mas havia calor no ambiente.
E, envolvido por mãos macias,
a Criança arriscou um  sorriso...
e aquela Mãe chorou de verdade!

Parto feliz: o Filho adormeceu
nos seios fartos da sua Nutriz.
No brilho da lágrima quente,
o Ser reconheceu a Divindade!


Autor: Expedito Gonçalves Dias (Profex)
Escrito em  06-05-2011, em Varginha, às 23:45 h


Imagem do Google: luz da serra.com.br

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Meus Poemas - Rimas travessas

Nessa pantomima somos dois palhaços,
veja o que eu faço brincado com as rimas:
Tu me alucinas, viro teu capacho,
mas eu sou seu cacho e és minha menina.
Onde tu terminas é que eu me acho.
se estou embaixo é porque estás em cima.
Sim, eu sou traquinas, faço muitos gestos,
diga que eu não presto; Vai, me azucrina!...


Nessa pantomima somos dois palhaços, 
faço estardalhaço em cima desta peça,
onde tu começas é que eu termino.
Sou só um menino meio às avessas
e se tu confessas que gostou da rima,
muito me anima, isto é bom à beça!

Faço uma promessa e aqui termino:
sou o seu menino, nunca se esqueça!

Autor: Expedito Gonçalves Dias (Profex)
Escrito em 2/05/2011, em Varginha, às 13h
Imagem do Google: sitedepoesias.com

domingo, 1 de maio de 2011

Dois Poemas - Manufactura e Um certo barco


MANUFACTURA
Embaralho as letras ao acaso
pra fazer um poema justo
e prestar uma homenagem
curta, clara e sem eufemismo...
Não aos que querem a todo custo
o ganho e o lucro absurdo;
faço sim ao fruto do trabalho
e ao suor sofrido e injustiçado
de quem sonha com uma fatia
na noite escura do capitalismo:
Neste dia, Deus seja louvado!
-e, por favor, salve a manufatura!



UM CERTO BARCO
Nem toda meta é cumprida nessa vida.
Busco a alegria de ser mesmo seu poeta
pois nada mais me cabe, tão somente isso:
mostrar a magia escondida em versos...

Mas, estás dividida entre a nostalgia e o porvir,
em seu barco d'além-mar, preso num cais,
n’outro continente, quiçá, numa terra perdida,
num local deserto de pura abstração.

Vou estar por perto: por ironia do destino
ele pode, sem compromisso, ou distração,
desencalhar, sair em arco, voltar um dia!
E teu coração, liberto, acordar no presente...

Autor: Expedito Gonçalves Dias (Profex)
Escrito em Primeiro de Maio de 2011, em Varginha,às 12h.
imagens do Googgle; cesarsmidt.blogspot.com; eterna procura.blogspot.com

Meus Poemas - Flores de Abril


Destilo, misturo, concentro-me neste mágico existir.
Aro, semeio, cuido do futuro ao focar-me no presente.
Bebo os já não tão raros momentos de alegria extrema.
Ganho asas potentes no seio das nuvens, extraio o elixir.
Sobre as casas e edifícios, além do medo e da hipocrisia,
descubro o telesma que abre as portas e encontro asilo.


Não dá pra ficar impassível diante da brisa que se anuncia.
Percebo que a verdade não está no vício nem na virtude.
Medito, desvendo o terrível segredo que não ouso revelar 
e que a ninguém recomendo que o faça, não pela metade.
Lição única em si mesma, exclusiva, cada um decore a sua.
Disciplina, fé, aprendizado, amor e atitude. Só. -Tenho dito!
Plante sua semente, pacientemente, cuide do seu quintal.
Namore a lua, embale o coração, aprenda com as emoções.

Reencontre seu dom de sonhar bem aí no seu círculo de magia,
inscreva na sua fímbria com letras de fogo o seu thelema,
seja seu próprio fanal e seu guru, conquiste suas divisas,
faça um poema de cada palavra proferida, pacientemente...


Um calafrio percorre minha coluna inteira, de sul a norte,
meus tecidos se renovam e acompanham as estações:
as dúvidas e dores desaparecem, a vida afugenta a morte! 
Adrenalina a mil! Ouço cânticos celestes nessa doce epifania!...


Transmuta-se a fantasia, toda a realidade se fragmenta,
o universo se faz mais vivo; o céu, como a rosa tinge-se de carmim.
Passa por mim, neste painel, o filme da vida em pleno outono.
Vejo a esfusiante alegria das borboletas com a chegada das flores!


Alegro, me emociono! Colho, então, um botão ao amanhecer.
Como este sopro de brisa, divino, aos seus ouvidos falo sutil:
Abra também seu coração! Sente-se junto de mim, eu peço!
Vamos, aqui dessa praça ver o sol de um novo dia nascer.
Quero te oferecer esta flor de Abril, flor propícia da estação.
E antes que se desfaça a magia...
                          ergamos a taça para agradecer! 

Autor: Expedito Gonçalves Dias (Profex)
Escrito em Varginha, 28 de Abril/2011, às 23 h
Imagem do google: http://docessonhosdapaty.blogspot.com

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